sábado, 30 de março de 2013

Trem de Alta Velocidade no Brasil uma necessidade

Os trens de alta velocidade podem oferecer uma viagem rápida com conforto, em seu interior podemos contar com poltronas confortáveis, mesas portáteis, cafeteria, conexão de alta velocidade com a internet, tomadas elétricas para diversos tipos de aparelhos portáteis dos passageiros, mobilidade no interior dos trens e com a máxima segurança.

O tipo de trem nesta reportagem é o AGV da Alstom, podendo alcançar incríveis 350 km/h. No Brasil, as estações serão construídas em localidades previamente estudadas e integradas a diversos tipos de transportes como os VLTs, Trens Regionais, Trens Metropolitanos, Metrôs, Aeroportos entre outros.

A EPL está trabalhando para implantação do nosso trem de alta velocidade, uma necessidade real como expansão dos portos, aeroportos, ferrovias e demais áreas de infraestrutura.


domingo, 24 de março de 2013

Alstom, Bombardier e Mitsui demonstram interesse em desenvolver o Trem Bala no Brasil

A francesa Alstom, a canadense Bombardier, a Japonesa Mitsu entre as Espanholas e Coreanas estão no páreo para a concretização do projeto do trem de alta velocidade no Brasil o TAV Brasil.

A transferência de tecnologia será necessária por exigência de contrato. Após a definição do leilão da primeira fase para a construção do trem de alta velocidade (TAV), definida para maio de 2013, e do anúncio do investimento de R$ 133 bilhões para o Programa de Investimentos em Logística para Rodovias e Ferrovias feito pela presidente Dilma Rousseff no dia 15 de agosto, os ânimos em relação ao desenvolvimento da tecnologia ferroviária se aqueceram no País e despertaram o interesse de empresas do exterior.


Além das quatro empresas - Mitsui (Japão), Alstom (França), Bombardier (Canadá) e CAF (Espanha) - que demonstraram interesse em participar das obras e de fornecer tecnologia para o TAV, Abate comenta que outros atores internacionais podem se candidatar para a licitação, desde que detenham a tecnologia necessária, experiência comprovada na área e um histórico sem acidentes. Com esse perfil, há empresas vindas da Austrália, Áustria, China, Coreia do Sul, Polônia, Estados Unidos e da própria anfitriã do evento, a Alemanha.

History Channel

quinta-feira, 14 de março de 2013

Governo vai Estatizar o Trem de Alta Velocidade - TAV Brasil


Para evitar um novo fracasso no leilão do trem-bala, o governo decidiu aumentar a participação estatal no projeto, com a injeção de recursos dos fundos de pensão de empresas públicas. Previ, Petros e Funcef deverão assumir uma fatia em torno de 30% no capital do trem de alta velocidade (TAV). Nos bastidores, consórcios liderados por multinacionais estrangeiras têm cogitado não entrar na disputa, aumentando o risco de um leilão vazio.


A Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal criada no ano passado, já havia ampliado de 30% para 45% sua participação acionária no trem-bala entre Rio, São Paulo e Campinas. A Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) pretende assumir até 5% adicionais. Com isso, cerca de 80% do projeto será bancado pela União, direta ou indiretamente. A ideia é que os fundos de pensão entrem na sociedade do consórcio vencedor do leilão do trem-bala, que tem a entrega de propostas prevista para 13 de agosto.

A fórmula que está sendo desenhada para viabilizar o TAV se aproxima do único modelo que foi capaz de garantir o sucesso do leilão da hidrelétrica de Belo Monte, em 2010. O leilão da usina só foi adiante, porque a Eletrobras entrou no negócio com 49,8% de participação. Coube a esses mesmos três fundos de pensão aderirem ao consórcio, com fatia de mais 27,5%, o que salvou a licitação de um fracasso.
Essa mudança pretende contornar a resistência dos consórcios estrangeiros que estão em formação para entrar efetivamente na disputa. Os grupos avaliam que o risco de demanda do projeto ainda é excessivamente alto. Conforme as regras do edital, o vencedor do leilão terá que pagar R$ 70,31 por cada quilômetro percorrido pelos trens.

Em um trecho de aproximadamente 500 quilômetros, que é a extensão total do TAV, isso significa que o grupo responsável pela operação do futuro trem-bala precisará desembolsar cerca de R$ 35 mil por viagem de cada trem - independentemente da quantidade de bilhetes vendidos. Além da outorga, calcula-se em mais R$ 5 mil o custo operacional de cada viagem, no mínimo.

Para pagar essa conta, seria preciso que pelo menos 200 passageiros entrassem em cada um dos trens que circularão no trajeto, ao longo dos 40 anos de vigência do contrato de concessão. Esse volume mínimo toma por base a tarifa de R$ 200, em classe econômica, definida pelo governo no próprio edital do projeto.
Para as empresas, trata-se de uma estimativa otimista demais, mas essa não é a única dificuldade. O governo também exige que a operadora do trem-bala coloque pelo menos três trens por hora, na viagem expressa entre Rio e São Paulo, durante os horários de pico (de 6h às 9h e de 17h às 20h). Há um pedido das multinacionais para que essa exigência seja retirada e o próprio consórcio tenha liberdade total de definir a grade de funcionamento dos serviços oferecidos.

Três grupos despontam como favoritos, até agora, no leilão do trem-bala: o japonês (liderado pela Mitsui), o francês (encabeçado pela Alstom e pela SNCF) e o espanhol (Talgo e Renfe). Eles resistem, no entanto, a formar um consórcio para a disputa sem a presença de um grande parceiro brasileiro. Na movimentação que precede o leilão, pelo menos três empresas nacionais têm sido procuradas: Odebrecht Transport, CCR e Invepar.

Todas ainda têm ressalvas em relação ao projeto do trem-bala e não escondem que sua atenção está mais voltada para outras oportunidades no multibilionário pacote de concessões de infraestrutura, como as licitações de rodovias e de aeroportos, negócios considerados mais maduros e com menos riscos. Os estudos que vão definir a participação delas na disputa pelo TAV só ficam prontos em abril ou maio.
Para os grupos estrangeiros, o casamento com as empresas brasileiras é fundamental. As multinacionais que fabricam equipamentos de ponta para o trem-bala, como vagões e sistemas de comunicação, têm pouco interesse em assumir uma fatia acionária expressiva no negócio. Na prática, o que elas querem é fornecer suas tecnologias. Já as operadoras de outros países, como a SNCF e a Renfe, pretendem atuar apenas como prestadoras de serviço e preferem não ter nenhuma participação acionária no negócio.
Como diminui a exposição ao risco de demanda pelos investidores privados, o aumento da fatia estatal para cerca de 80% agrada as empresas. Além disso, segue uma tendência já verificada em países que decidiram apostar em trens de alta velocidade. Esses projetos só conseguem sair do papel com forte injeção de recursos públicos ou com subsídios.

Em ocasiões anteriores, o leilão do TAV já havia fracassado, diante da incerteza com os custos do empreendimento. O governo mudou o modelo e dividiu a licitação em duas etapas: uma para a operação e seleção de tecnologia, outra para as obras civis. Fonte:Valor Econômico

segunda-feira, 11 de março de 2013

Viagem na cabine do TGV Francês de Bruxelas para Paris

TGV o trem bala francês, percorre grande parte dos países da Europa, sua velocidade de cruzeiro chega a 300 km/h. Esse vídeo mostra grande parte do serviço ferroviário visto da cabine, com tecnologia de sinalização embarcada. podemos perceber que o TGV divide normalmente a malha ferroviária com outros trens de menor velocidade até atingir sua via específica.

Estamos bem perto aqui no Brasil de termos mais este sistema de transporte rápido, eficiente e muito seguro. Repare no horário de partida, super pontual, sem atropelos, filas, chegou na plataforma o embarque no trem é feito de maneira rápida e segura.


A operadora que vencer a disputa irá transferir sua tecnologia para o Brasil, com isso, poderemos alcançar mais facilmente outros estados e cidades no nosso país. Imagine poder contar com este serviço de alta qualidade, como ilustrado no vídeo. Será muito bom para os brasileiros agregando valores, empregos, tecnologia, diminuindo a  poluição, acidentes em rodovias entre outros benefícios.

domingo, 3 de março de 2013

Revolucionar ferrovia de alta velocidade - Alstom

O desafio  
Transportar mais passageiros, mais rápido, mais confortável, em mais segurança ao proteger o meio ambiente é uma prioridade no atual congestionamento e poluição do ar aumentada. O desenvolvimento de trens de alta velocidade é a resposta perfeita para estas questões contemporâneas.
Solução Alstom  
O AGV é o trem de alta velocidade primeira projetada para atender plenamente o mercado internacional (já que de acordo com as seguintes normas STI *) e tendo plenamente em conta as preocupações ambientais.

. Manutenção da AGV Italo centro em Nola © Alstom Transporte - C.Sasso

O AGV, um concentrado de tecnologias

  • Uma arquitetura articulada para maior segurança e conforto;
  • energia distribuída aumento da capacidade em 20% em comparação com os trens poder concentrado, comprovado em condições extremas recorde;
  • velocidade comercial até 360 kmh;
  • Um projeto que combina linhas limpas e formas fluidas.

O AGV, um conceito flexível, que contribui para a mobilidade sustentável

. Manutenção da AGV Italo centro em Nola © Alstom Transporte - C.Sasso

  • comprimento do comboio é ajustável (1-3 comboios) e o interior,
  • custo total de propriedade e consumo de energia é reduzido em 15% em comparação com a concorrência,
  • Os componentes do AGV são recicláveis ​​até 98% ,
  • intercomunicação do AGV é o maior mercado (em conformidade com as normas europeias UIC / STI) para o conforto interior ideal. Fonte: Alstom
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