sábado, 24 de junho de 2017

Deutsch Bahn Regio

O trem polonês da DB uma das estrelas da InnoTrans em Berlim mostrou a primeira composição ferroviária com as cores da Deutsch Bahn Regio. É parte do registro da DB. O contrato pode valer tanto quanto 1,2 bilhões de euros. O acordo foi assinado exatamente dois anos atrás, em Berlim. A chamada. acordo-quadro envolve o fornecimento de até 470 trens. Por enquanto, a empresa DB Regio relatou demanda para este tipo de composições, entre outros, Hesse, Baviera e Baden-Wurttemberg (um total de 120 trens). O presidente Thomas Pesa Żaboklicki nos disse que tudo indica que até o final de 2018. Contrato será executado, no todo ou quase 100 por cento. Fonte: Konrad Majszyk



sexta-feira, 23 de junho de 2017

Testando o trem mais rápido da América Latina

O novo sistema de transporte, o primeiro de seu tipo na América Latina, que liga a capital à cidade mexicana de Toluca, com serviços de trens modernos, confortáveis ​​e seguros. O México Toluca, visa oferecer serviços de trens rápidos comparados aos das cidades de Nova York, Londres e Madri, entre outras cidades com infraestrutura ferroviária de primeira classe.


O sistema terá 58 km de extensão, 4,7 quilômetros através de um túnel e seis estações, duas finais e quatro intermediária. O percurso de 58 quilômetros entre a estação de partida localizado na Zinacantepec e Observatory, no lado oeste da Cidade do México, o percurso será realizado em 39 minutos com uma velocidade sustentada de 160 km/h, Fonte: El Universal



Novo trem de alta velocidade de última geração está sendo construído pela Cornwall

Um novo trem de alta velocidade de última geração está sendo construído pela Cornwall, pela primeira vez hoje como parte de um programa de testes para uma nova frota que colocará a Cornwall na vanguarda de uma revolução do transporte.

O novo trem Hitachi Intercity Express da GWR viajará pelo Duchy, os novos trens que entrarão em serviço no próximo ano. A frota substituirá os trens de alta velocidade existentes no serviço entre Penzance e Paddington. Os novos trens representam um grande investimento no sistema de transporte e uma melhoria significativa na conectividade estratégica da Cornwall. Fonte: Cornwalllive



quarta-feira, 21 de junho de 2017

Rápido Trem da Via Rail

Durante o período colonial, o vasto território canadense era ainda inabitado. As condições de vida eram difíceis e os meios de transporte ainda muito escassos. Rigorosos invernos tornavam viagens praticamente impossíveis, deixando algumas vilas do Canadá isoladas por meses a fio. Para garantir que o país se desenvolvesse, uma ferrovia precisou ser construída e acabou modificando todo o curso da história do Canadá e da América do Norte.


No século XIX, toda a América do Norte passou por grandes transformações. Os imigrantes, especialmente europeus, chegavam para povoar a região e cidades surgiam por todos os cantos. Locomotivas substituíram cavalos enquanto carroças gradualmente deram lugar a automóveis e trens. De repente, viajar pelo Canadá tornou-se muito mais fácil.

Mas a grande mudança na história do Canadá aconteceu em 1836, quando o primeiro trem público começou a trafegar entre Saint Jean Sur e La Prairie, perto de Montreal, e impulsionou o crescimento do país em todos os sentidos. Trens passaram a transportar passageiros e mercadorias por todo o continente e cidades evoluíram em torno das estações de trem. Fábricas e indústrias surgiram em cidades como Montreal, Toronto e Vancouver. O Canadá estava com tudo!

Ao longo dos anos, automóveis e aviões tornaram-se cada vez mais acessíveis e a malha ferroviária canadense também passou por uma grande evolução. Em 1852, a Gran Trunk Railway Company, considerada a maior empresa canadense por décadas, foi fundada em Montreal e, no ano seguinte, a primeira ferrovia “transfronteiriça” da América do Norte foi inaugurada. Anos depois, em 1881, a Canadian Pacific Railway Company foi fundada também na cidade de Montreal.

Mas foi no ano de 1977 que o Governo do Canadá, com o objetivo de oferecer aos canadenses um meio de transporte público confiável, eficiente e responsável do ponto de vista ambiental, criou a VIA Rail. Atualmente, reconhecida como uma das empresas de transporte mais confiáveis e prósperas de todo o país, a VIA Rail Canadá opera mais de 500 trens por semana em 12.500 quilômetros de ferrovias, servindo 450 comunidades em todo o Canadá. Fonte: Via Rail


sábado, 3 de junho de 2017

Trens do futuro terão vagões autônomos e inteligentes

Vagões autônomos e com motores próprios, os engenheiros da Agência Espacial Alemã (DLR) não se preocupam apenas com foguetes e naves espaciais: eles estão também ajudando a projetar os trens do futuro.


Mais do que isso, o objetivo do projeto NGT Cargo (Next Generation Train, ou trens da próxima geração) é projetar um sistema de transporte ferroviário de cargas completo, incluindo os vagões e as locomotivas, certamente, mas também os sistemas de carregamento e descarregamento e toda a logística envolvendo a operação do sistema.

A ideia é que cada vagão funcione como uma espécie de "contêiner ambulante", que vá até a fábrica ou armazém, onde é carregado ou descarregado, e depois automaticamente se junte a uma composição que possa levá-lo ao seu destino.

E a viagem completa poderá se dar em várias etapas, com um vagão específico embarcando e desembarcando das composições, conforme necessário, ou se juntando a outros para formar composições novas.

Para isso, cada vagão terá seu próprio conjunto de propulsão elétrica e sistema de navegação autônoma, o que permitirá que ele viaje do fornecedor ao cliente sem qualquer intervenção humana. A propulsão própria será usada também para percorrer os quilômetros finais, até que o vagão alcance uma linha mestra, onde se conectará automaticamente a uma composição - em alguns casos, sem que esta precise parar.


Os vagões individuais inteligentes e autônomos podem ir diretamente ao cliente ou ao seu terminal logístico. 

Trens aerodinâmicos

"O transporte ferroviário de mercadorias hoje é dominado por comboios em bloco que não se desviam e que usam um grande número de vagões para transportar grandes volumes de frete padrão do ponto A ao ponto B. [Com o NGT] nós poderemos transportar uma vasta gama de produtos de forma flexível e com baixo uso de recursos, necessidade mínima de pessoal e tempos de transporte mais curtos," disse Joachim Winter, coordenador do projeto.

No sistema atual, a necessidade de parar os comboios para acoplar e desacoplar vagões responde por algo entre 30 e 40% do custo do frete, disse Winter, o que faz com que os vagões tenham uma velocidade média de 18 km/h entre a origem e o destino. A intenção dos projetistas é que as linhas principais de carga possam ter comboios viajando a até 400 km/h - eles esperam que os novos trens possam viajar nas linhas atuais entre 160 e 200 km/h.

Para isso, ao contrário dos vagões atualmente em uso, os vagões do trem do futuro serão fechados e recobertos aerodinamicamente. E não haverá lacunas entre os vagões individuais, reduzindo a resistência do vento e gerando menos ruído.



Os procedimentos de carga e descarga dos vagões individuais também serão amplamente automatizados. E os engenheiros alemães já estão pensando além da Europa, eventualmente na Nova Rota da Seda, que está sendo implantada pela China.

"Um cenário de aplicação interessante para o NGT CARGO seria o tráfego intercontinental de mercadorias entre a Europa e a Ásia, como alternativa ao transporte utilizando navios de contêineres, que têm longas rotas marítimas e pouca flexibilidade em termos de volume de mercadorias, uma vez que transportam contêineres muito grandes," disse Winter.

Com vistas a isso, o sistema está sendo preparado para ser compatível com os trens de passageiros. "Várias locomotivas podem ser combinadas virtualmente durante o curso, no chamado acoplamento dinâmico. Com isso, elas formam um bloco de trem, embora não estejam fisicamente acopladas umas às outras. Também é possível combinar o NGT com os TGVs de alta velocidade," finalizou Winter. Fonte: Site Inovação Tecnológica Foto: CP


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