quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Solução inovadora Avelia Pendolino - TrainScanner Alstom

A solução de manutenção preditiva da Alstom para material rodante, TrainScanner, entrou em serviço no Centro de Serviços Pendolino de Varsóvia, onde será usada para manter a frota de 20 Avelia Pendolinos operada pela PKP Intercity.

O TrainScanner fornece manutenção preditiva e avaliação contínua da condição técnica do material rodante. Graças à análise digital de dados, ele identifica o momento ideal para a substituição de componentes. O sistema implementado em Varsóvia se baseia na longa experiência da Alstom no Reino Unido, onde o TrainScanner tem sido usado na manutenção da frota Pendolino da Avanti West Coast por anos. 


“Estamos muito orgulhosos de inaugurar este TrainScanner na Europa continental. É mais um marco para o futuro da mobilidade. Graças a soluções automatizadas baseadas em dados, podemos melhorar continuamente os processos de manutenção preditiva, o que se traduz em benefícios diretos para operadores e passageiros. A avaliação preditiva e baseada nas condições das condições técnicas da frota ajuda a evitar o tempo de inatividade e maximiza a disponibilidade ”, disse Artur Fryczkowski, Diretor Executivo da Alstom na Polônia e Ucrânia.

“TrainScanner é um vislumbre do futuro da indústria. Fico feliz que os trens PKP Intercity sejam inspecionados desta forma inovadora, pois isso não só nos trará economia, mas acima de tudo nos permitirá garantir uma maior confiabilidade de nossos trens e, portanto, o conforto e a segurança dos passageiros ”, enfatiza Adam Laskowski, membro do Conselho da PKP Intercity SA, operadora nacional polonesa de longa distância, cujo material rodante inclui 20 Pendolinos da Alstom.

Usando câmeras 3D e lasers, o TrainScanner habilita automaticamente a manutenção preditiva e baseada na condição para rodas, pastilhas de freio e tiras de carbono do pantógrafo, bem como em estruturas e cascos da carroceria. Especialmente adequado para frotas grandes ou dispersas ou quando um alto nível de serviço é necessário, as informações do subsistema são capturadas conforme o trem passa pelo TrainScanner. Após a inspeção automatizada, os dados são transmitidos para a plataforma HealthHub da Alstom, que converte dados brutos em informações acionáveis, usando algoritmos baseados em regras, levando ao cálculo de um índice de integridade para cada ativo.

O TrainScanner e o HealthHub oferecem benefícios significativos em termos de manutenção e operação, reduzindo o consumo de materiais e o número de atividades de manutenção necessárias, permitindo assim economias significativas para proprietários de frotas e operadores. O sistema contribui para intervalos mais longos entre manutenção, vida útil mais longa do componente e maior segurança durante a operação.

A Alstom está presente na Polônia há mais de 20 anos, com uma força de trabalho local de quase 2.000 funcionários. A planta de produção da Alstom Konstal em Chorzów é uma das três maiores fábricas da Alstom no mundo. A planta de produção de truques da Alstom em Piaseczno entrega 600 truques por ano para o Coradia Stream internacional, enquanto o depósito de serviço de Pendolino em Varsóvia atende a 2 trens Pendolino que cobrem 21.000 quilômetros por dia e cruzam 34 cidades na Polônia. A Alstom é a única empresa certificada como Top Employer na indústria ferroviária na Polônia. Fonte: Alstom

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Hyperloop realiza 1º teste com passageiro

A Virgin Hyperloop empresa que desenvolve um sistema de transporte por meio de tubos que abrigam cápsulas capazes de viajar a altas velocidades, realizou neste domingo (8) o primeiro teste tripulado dessa forma de locomoção. O teste foi realizado em uma pista de 500 metros construída no deserto de Nevada, nos Estados Unidos e foi registrado em um vídeo divulgado pela companhia.


Ao todo, os passageiros chegaram a uma velocidade de 172 km/h — e falaram que a sensação é parecida com a de acelerar em um carro de corrida, sem grandes desconfortos. Os dois utilizaram fones de ouvido, cintos de segurança especiais e Os voluntários que participaram da viagem foram o cofundador da empresa, Josh Giegel, e a diretora de experiência de passageiros, Sara Luchian

A cápsula utilizada para o teste é a XP-2, uma nova versão do veículo anteriormente utilizado em testes sem tripulação humana. A ideia é transportar até 28 pessoas de uma só vez a partir do sistema, que usa propulsão elétrica e levitação magnética em um ambiente a vácuo.

Segundo Giegel, o Hyperloop pode chegar a velocidades muito maiores e ainda ser considerado seguro, mas o primeiro teste tripulado serviu também para dar segurança a eventuais investidores e também aos órgãos do governo dos Estados Unidos, que precisam autorizar eventuais construções e contratos estabelecidos no país. Fonte: TecMundo






segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Frecciarossa para cidades como Roma, Florença, Veneza, Milão e Nápoles.

Os trens italianos, Frecciarossa, melhor dizendo, os trens de alta velocidade Frecciarossa, é a melhor maneira para viajar entre as cidades como Roma, Florença, Veneza, Milão e Nápoles. O trem de alta velocidade, chamado Frecciarossa (flecha vermelha), um charme italiano,  opera nas maiores cidades da Itália pela Trenitalia, a companhia ferroviária nacional do país. Viajando a uma velocidade máxima de 360km/h, o Frecciarossa para em Turim, Milão, Roma e Salerno, entre outras. Este trem de alta velocidade é moderno e seguro e muito popular na Itália. Todos os anos, milhares de passageiros usam o Frecciarossa. Fonte: Rail Europe





domingo, 25 de outubro de 2020

Engenharia portuguesa nos trens mais modernos do mundo

A Nomad Tech é uma empresa participada em 35% pela EMEF que exporta serviços para alguns dos caminhos-de-ferro mais desenvolvidos do mundo. Suíços, alemães, noruegueses, ingleses e australianos estão entre os seus clientes.


O jovem engenheiro faz zoom e no écran do computador aparece o local exacto onde se encontram naquele momento um conjunto de locomotivas alemãs que andam pela Europa a rebocar comboios de mercadorias: Alemanha, Holanda, Bélgica, República Checa, Polónia. A liberalização tem destas coisas e no centro da Europa é normal haver companhias ferroviárias a atravessarem as fronteiras de vários países.

“Podemos ver se estão paradas ou a circular e conseguimos monitorizar vários parâmetros do seu funcionamento para detectar eventuais avarias, ou até antecipá-las e, quando recolherem às oficinas, serem logo resolvidas”, explica o técnico que é um dos 21 funcionários da Nomad Tech, uma empresa de tecnologia de ponta vocacionada para a ferrovia.

No pólo da Asprela (Porto), onde a empresa tem a sede (possui ainda instalações na Amadora), é normal, também, monitorizar comboios suburbanos numa cidade australiana. Aquela hora da manhã muito poucos, porque dorme-se na Austrália quando em Portugal se trabalha. E vice-versa. “Às vezes temos reuniões pelo Skype durante a madrugada”, conta Augusto Costa Franco que, juntamente com Nuno Freitas, são os dois engenheiros responsáveis da Nomad Tech, que foi fundada a partir da EMEF, a empresa de manutenção de equipamento ferroviário da CP.

A sua origem remonta ao projecto de alta velocidade que acabou por não avançar em Portugal. Há 10 anos a CP preparava-se para operar com comboios idênticos ao TGV e criou a UMAV (Unidade de Manutenção de Alva Velocidade) que tratou no imediato de cuidar dos Alfas Pendulares que são o material tecnologicamente mais avançado da sua frota. Com o mesmo objectivo, foi criada a Unidade de Inovação e Tecnologia da EMEF.

A aplicação do conceito de Manutenção Centrada na Fidelidade (RCM na nomenclatura inglesa) entusiasmou a dinâmica equipa de jovens engenheiros que então começavam a trabalhar na EMEF. A RCM era uma prática utilizada na indústria aeronáutica que podia ser replicada para os comboios.

Em pouco tempo toda a frota dos pendulares passou a seguir essa metodologia da manutenção em conjunto com a tecnologia da monitorização remota. Tal traduziu-se em ganhos elevados de eficiência e disponibilidade. Havia avarias que se reparavam à distância e outras que já vinham identificadas e reparadas imediatamente nas oficinas. Graças a isso, os ciclos de imobilização, que se querem curtos, permitem uma elevada disponibilidade da frota.

A tecnologia portuguesa chamou primeiro a atenção dos suíços, que também possuíam pendulares iguais aos nossos. Em pouco tempo, a EMEF ensinou-os (a expressão é mesmo essa) a trabalhar com esta metodologia e começou a vender-lhes serviços. E, claro, como a empresa pagava pouco, não foram poucos os seus operários e alguns engenheiros que fizeram as malas e foram trabalhar para a Suíça.

“Dos suíços passámos para os noruegueses e começámos a ver que havia oportunidades de negócio no estrangeiro, mas com a crise e os cortes, e todas as limitações próprias de uma empresa pública, a única oportunidade de continuar a desenvolver este trabalho foi juntarmo-nos à Nomad Digital”, conta Augusto Costa Franco.

A EMEF fez então uma joint venture com aquela empresa de software de comunicações, na altura inglesa, mas que desde há um ano pertence ao universo da francesa Alstom. Surgiu assim a Nomad Tech.

O papel importante dos dois engenheiros portugueses levou a que, à data, os parceiros ingleses propusessem uma repartição de capital em que a Nomad Digital detém 51%, a EMEF 35% e Costa Franco e Nuno Freitas 7% cada um.

“Os 49% portugueses têm força porque possuímos uma grande autonomia de decisão, inclusive na aprovação do orçamento e há cláusulas que, por exemplo, impedem qualquer deslocalização da nossa empresa”, diz Nuno Freitas.

A joint venture facilitou a internacionalização da jovem empresa. Trinta por cento da sua facturação (2,4 milhões em 2017 e três milhões esperados para este ano) são para a própria EMEF, bem como para a Fertagus e metros de Lisboa e Porto. O sócio Nomad Digital/Alstom representa outros 30% do volume de negócios e a poderosa DB (Deutsche Bahn) outro tanto da facturação. Os 10% restantes são vendas directas aos caminhos de ferro da Noruega, Suíça, Finlândia e Alemanha. Mas através da Nomad Digital a empresa portuguesa chega também à Austrália, Estados Unidos (a Amtrak, na Califórnia, também é cliente) e competem até com os próprios japoneses através da Hitachi na Inglaterra.

Uma das chaves do sucesso é o profundo conhecimento que a Nomad Tech tem do funcionamento da ferrovia, visto que metade do pessoal provém da CP e da EMEF. A outra metade veio quase toda directamente das faculdades de engenharia.

“Conhecemos bem a operação ferroviária e sabemos onde estão as dores na manutenção – a segurança, a fiabilidade, a disponibilidade e os custos. Por isso sabemos também encontrar as soluções”, diz Nuno Freitas.

A empresa faz consultoria de gestão da manutenção e tem software embarcado nos comboios que está ligado às oficinas, monitorizando assim o funcionamento de todos os sistemas a bordo. Por exemplo, um comboio pendular possui mais de 250 microprocessadores e tem mais quilómetros de cablagem do que um Airbus.

Antecipar as avarias destas composições pode significar poupanças enormes pois evitam-se os prejuízos decorrentes de comboios atrasados ou suprimidos.
Eficiência energética

A par deste negócio, a empresa desenvolveu um software que faz a monitorização dos dados de consumo de energia e de práticas de condução. Uma experiência que teve início nos suburbanos do Porto e que pode agora ser alargada a toda a frota da CP pois descobriu-se que é possível poupar 10% da energia através de uma condução mais eficiente.

“A reacção dos maquinistas foi espectacular e eles até nos ajudaram a desenvolver um produto – o Ecodriving – que é incorporado num tablet onde eles lêem a curva óptima de consumo de energia à qual procuram ajustar a condução”, explica Costa Franco.

Apesar de terem negócios e parceiros nos países tecnologicamente mais avançados, os dois responsáveis da Nomad Tech entendem que o próximo passo da estratégia da empresa passa por Portugal.

“Há falta de quadros técnicos ferroviários. A Fernave [empresa do grupo CP que chegou a ser detida pelo Metro de Lisboa e pela Carris] produziu pessoal muito qualificado, mas é uma sombra do que era. Gostaríamos de montar uma escola técnica em Portugal, aproveitando a proximidade com a Faculdade de Engenharia e a nossa excelente relação com a EMEF”, diz Costa Franco.

Esta falta de pessoal – de que a EMEF é um excelente exemplo pela negativa – não ocorre só em Portugal. O administrador diz que a DB está a recrutar reformados para não perder know how ferroviário, coisa que já está a acontecer em Portugal.

“Se isso resultar, com pessoal qualificado, não tenho dúvidas que conseguiremos trazer mais negócios para Portugal”, diz.
Produto inovador convence alemães

“Imagine uma pessoa com um coração bom, mas que tem um problema grave numa válvula. Em vez de se fazer um transplante do órgão, o ideal era poder intervir na válvula. Foi isso que fizemos com o conversor de tracção dos motores de comboios”. Nuno Freitas serve-se desta analogia para explicar como é que conceberam um produto que está a fazer furor na Alemanha e tem um grande potencial de exportação.

Tudo começou na linha de Sintra, nos anos da crise. Uma das componentes do conversor de tracção (um equipamento que controla as características da energia eléctrica que os motores recebem) das composições daquela linha foi descontinuada. Com os cortes, perante a impossibilidade de comprar um conversor novo (orçado em meio milhão de euros) para cada composição, a solução imediata foi canibalizar os comboios, retirando peças de uns para outros.

Mas a necessidade aguça o engenho e os técnicos da EMEF conceberam um módulo que pode ser implementado no conversor de tracção. “É resolver o problema da válvula sem mudar o coração”, explica Nuno Freitas.

A criação da Nomad Tech criou a flexibilidade necessária para internacionalizar este produto que encontrou na DB um cliente interessante. Hoje algumas locomotivas alemãs funcionam em período experimental com este produto, cujo software e hardware são inteiramente portugueses. Se tudo correr bem, o potencial de mercado chega às 370 locomotivas.

“Estamos na Liga dos Campeões da electrónica de potência”, diz Costa Franco, sublinhando que o produto foi homologado e certificado e resistiu a todos os testes sem quaisquer problemas.

Além de evitar a compra de um novo conversor de tracção, esta solução permite ainda poupanças de energia de 12,4% no funcionamento de uma locomotiva. (Texto em português/Portugal) Fonte: Público PT / Carlos Cipriano / Foto: CP


terça-feira, 6 de outubro de 2020

É assim que funcionam os simuladores de condução ferroviária

Ser maquinista não é uma tarefa fácil. A segurança dos viajantes é primordial na execução de seus deveres e, portanto, profissionais e aprendizes devem passar pelos simuladores de treinamento de de condução de trem.


No total, em toda a geografia nacional, a Renfe tem 41 simuladores que permitem o treinamento em condições adversas, lida com situações extremas, a repetição de exercícios, bem como a assimilação de conceitos. Circunstâncias difíceis de reproduzir na realidade que fazem com que nossos engenheiros tenham o treinamento mais completo possível. Fonte: Renfe Espanha



quarta-feira, 16 de setembro de 2020

5G para acelerar os dados dos trens de alta velocidade

Um sistema de transmissão e armazenamento de dados de grande capacidade que aproveita a tecnologia 5G começou a registrar e analisar dados a bordo de algumas locomotivas operadas pela China Railway, em um projeto piloto liderado pelo operador ferroviário chinês CRRC Corp e China Mobile.


Até seis milhões de pessoas viajam na rede ferroviária de alta velocidade em expansão da China em um determinado dia, criando uma quantidade astronômica de dados sobre o agendamento de trens, o empacotamento e a condição de locomotivas e compartimentos de passageiros que precisam ser sincronizados em tempo real para controle da operação centros e depósitos de manutenção. O estudo começou em 2019 e avança com ótimo desempenho.

Examinando os detalhes, as extensas legiões de estações de base e torres de telefonia celular 5G que a China Mobile passou anos construindo ao longo de trilhos ferroviários podem agora ser prontamente aproveitadas para transmitir grandes quantidades de dados.

Isso possibilitará pela primeira vez transmissão de vídeo e conferência em alta definição simultânea entre uma cabine de direção e um centro de controle para melhor monitoramento e resolução de problemas, mesmo quando um trem-bala estiver a galope a 350 quilômetros por hora.

Isso se deve à força da tecnologia de formação de feixes de prova de conceito, bem como do espectro de ondas milimétricas, como facilitadores essenciais para oferecer um serviço confiável aos maquinistas e passageiros, incluindo o backhaul para treinamento de trem e Wi-Fi a bordo.

Testes anteriores incluíam o download de 8K de vídeo por um roteador 5G a bordo de um trem e o vídeo 4K filmado a partir de uma câmera no topo do trem que estava sendo carregado.

A Xinhua observou que cinco gigabytes de dados podem ser transferidos em um piscar de olhos sobre o subsistema da China Mobile feito sob medida para a China Railway Corp., que foi testado na ferrovia de alta velocidade Pequim-Xangai, e a velocidade aumentará ainda mais com a implantação mais ampla da rede 5G em todo o país a partir do segundo semestre do ano. Fonte: Asia Times


sábado, 12 de setembro de 2020

Acela Amtrak

O Acela da Amtrak, é um trem de alta velocidade americano que atinge 250 km/h, liga as cidades de New York a Boston. Com conforto superior, amenidades de luxo, serviço profissional polido, a velocidades de até 250 km/h, é uma alternativa cada vez mais utilizada nos transportes de passageiros na América do Norte. O Acela Express oferece um serviço de hora em hora para o centro durante o pico da manhã e da tarde, horário de pico entre Nova York, Washington, DC, Baltimore, Filadélfia e outras cidades intermediárias, assim ida e volta entre Nova York e Boston. Fonte: Amtrak



sexta-feira, 21 de agosto de 2020

TGV faz parada não programada para retirar passageiro sem máscara

Um trem de alta velocidade que saiu de Paris em direção a Nice, no sul da França, fez uma parada imprevista para um passageiro que se recusava a usar máscara de prevenção contra o novo coronavírus descer. O incidente aconteceu na tarde de domingo (16). O trem não tinha parada prevista antes de Marselha, mas parou em uma estação em Creusot, na região da Borgonha.


Quando o trem voltou a se deslocar, o condutor explicou o que havia acontecido de acordo com uma passageira que conversou com o jornal francês “Le Parisien”.

A companhia ferroviária da SNCF explicou que a determinação de deixar o trem é possível em caso de “perturbação da ordem pública ou de comprometimento da segurança das pessoas”. Como o uso de máscaras é obrigatório no país desde maio, o passageiro ainda recebeu uma multa de 135 euros (R$ 880).

O diretor da companhia, Alain Krakovitch, lamentou que os agentes de segurança tenham sido obrigados a tomar essa atitude. “Uma pena chegar a esse ponto, mas a saúde e segurança de todos é a nossa prioridade”, afirmou no Twitter.